dedicado a Ana Pereira
Eu no rosto da vida
sufocado pela timidez
saem frases perdidas
no encher das marés
o vazio da lua cheia
debruça - se nos meus
braços corre - me nas veias
em forma de traços
seguro as pernas de pè
para tentar não ir abaixo
o que não è realidade que não
encaixa
a minha forma de estar
não è igual a minha maneira
de ser
o que o olhar transmito nem sempre
è aquilo que eu queria ver
no olhar as pétalas que murcham
no meu coração sofrem de angùstia
no meu entender respiram espasmos
de ilusão com medo de morrer !
Sem comentários:
Enviar um comentário