terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

A noite


 

a noite repete - se

a tristeza abafa

o medo de possuir

demónios

na veia enrosca

em forma de torpedo 

no riacho da tua cela

o estômago da rivalidade

abrindo fogo  com a arma

da necessidade que berra 

de tal onda viciada

o esqueleto cravado

em terra  da morte 

esquecida no presente

desfolha a necessidade

que berra na terra

là para os países  do Oriente

não há  desgraça que perdura

que permaneça solitária

aumentando o registo

começa de forma solitária

e acaba transformada em

realidade 

 



 

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